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domingo, 26 de setembro de 2010

Os verdadeiros guerreiros

Guerreiros, o Fluminense voltou à sua posição mais comum no Campeonato Brasileiro de 2010: a liderança. Hoje, a vitória por 2 a 1 no Barradão nos devolveu a primeira colocação da competição, pois o Corinthians, agora vice-líder, perdeu nos acréscimos para o Internacional, campeão da Copa Libertadores deste ano. O Fluminense, finalmente, parece ter despertado do seu período de latência no campeonato.

Adversário em boa fase, estádio lotado, calor intenso em uma típica tarde de Salvador. Jogo difícil. Uma pedreira, como defini no post anterior. Realmente, acertei. No primeiro tempo, por pouco não saímos em desvantagem devido a uma bela bicicleta de Elkeson. Era preciso mudar de atitude no segundo tempo.

Felizmente, mudamos. Rodriguinho resolveu aparecer para o jogo. Em uma jogada pela direita, penetrou na área do Vitória e foi derrubado por Ânderson. Pênalti. Conca cobrou, Lee foi na bola (entrou no lugar de Viáfara, que sentiu a coxa na primeira etapa), mas não alcançou. Comemoração argentina no Barradão. Com a derrota parcial do Corinthians, o Flu era líder isolado. Pouco tempo depois, falta próxima à área para o Vitória, e o pesadelo tricolor retorna. As cobranças diretas de faltas nos têm dado medo ultimamente. Realmente, há motivos para todo esse temor. Rafael espalma errado, e Henrique, de sola (ou seja, faltosamente), empata, fazendo-nos amargar a vice-liderança. Contudo, não por muito tempo. Um minuto depois, o maestro Conca dá um passe perfeito para Rodriguinho, que finaliza cara a cara com Lee e faz o gol da vitória.

O restante da partida foi muito tenso. Olhava vidrado para a TV, acompanhando o jogo e atento para a bolinha que anunciava todo gol na rodada. O Vitória tentava a todo custo manter sua invencibilidade. O Fluminense defendia-se como podia para voltar à liderança e segurou o placar. No Beira-Rio, aos 48 minutos, Andrezinho garantiu a vitória colorada, deixando-nos isolados na liderança. Melhor para o Tricolor. Rodada perfeita. O verdadeiro Time de Guerreiros saiu vitorioso. Podem plagiar, mas só nossos jogadores e nossa torcida entendem a profundidade dessa antonomásia. Nós sentimos o que é isso. Nós sofremos. Nós estamos dando a volta por cima. Os guerreiros somos nós.

Quarta, o adversário da vez é o embalado Avaí, que massacrou o Ceará por 5 a 0. Com todo o respeito ao adversário e humildade, temos de tomar as rédias dessa partida. Não podemos, de forma alguma, desperdiçar pontos em casa. A liderança é novamente nossa. Não deixemos que ela escape mais uma vez. O bicampeonato se aproxima. Faltam 13 rodadas.

Saudações Tricolores

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Até breve, Mário Filho

Amigos, o nosso time se despediu do Maracanã vencendo à Fluminense Football Club. O gol de Alan (de canela!), aos 43 minutos do segundo tempo, fez a torcida tricolor enlouquecer no estádio e nos garantiu a importante vitória. Se não for sofrido, não é Fluminense! Hoje, conseguimos a terceira vitória seguida, permanecendo na 3ª colocação do campeonato. Embora o Brasileirão esteja apenas começando, os pontos obtidos antes da Copa são fundamentais para qualquer equipe que pretende lutar pelo título. Uma vitória sábado, contra o Avaí, na Ressacada, fecharia com chave de ouro esse início de Campeonato Brasileiro.

O momento mágico de hoje, foi, sem dúvida, quando os jogadores foram ao encontro da torcida para agradecer o apoio, relembrando a reta final do Campeonato Brasileiro do ano passado. Agora, já é certeza: os Guerreiros voltaram.

Apesar da derrota, o Vitória muito me agradou. Embora, como é natural, tenha ido para o Rio de Janeiro desfalcado e com uma proposta defensiva de jogo, conseguiu ameaçar a nossa equipe quando teve posse de bola. Jogou melhor no segundo tempo, chegando, inclusive, a marcar o gol de empate, mas logo em seguida, felizmente, a estrela de Alan brilhou, e o Fluminense conseguiu os três suados pontos.

Fizemos um bom primeiro tempo, no qual fomos donos das melhores oportunidades e tivemos mais posse de bola. Contudo, no segundo, o rendimento da nossa equipe caiu muito, e passamos a sofrer com os ataques do time baiano. Fernando Henrique, apesar de não ter ido bem no lance do gol rubro-negro, livrou, no minuto final da partida, o nosso Tricolor de um decepcionante empate. Rodriguinho, novamente, não foi bem. Conca desempenhou, com excelência, pela terceira vez seguida, o seu papel de maestro do time e, aparentemente, saiu de vez da má fase em que estava. Fred voltou a marcar, em uma jogada de puro oportunismo. Carlinhos fez uma boa partida, sendo dele o cruzamento de que, após rebote do goleiro Vinícius, resultou no primeiro gol tricolor. Mariano não estava em um dia inspirado, mas teve papel decisivo no jogo ao realizar o cruzamento perfeito para Alan na jogada que garantiu a vitória ao nosso time.

A arbitragem foi bem, mas o juiz errou feio ao dar apenas cartão amarelo para Lenílson, no lance em que chutou o rosto de Rafael, o qual foi substituído com um profundo corte na testa. Obviamente, o meia do Vitória era para ter sido expulso. Foi uma tremenda covardia o que fez com o nosso goleiro.

Apesar do péssimo segundo tempo, uma vitória dramática sempre tem um gostinho especial, ainda mais hoje, na despedida do estádio Mário Filho. Agora, só voltaremos a jogar no Maior do Mundo em 2012. Até lá, recordemos com nostalgia os jogos inesquecíveis vividos no Templo do Futebol e torçamos para que momentos ainda mais marcantes sejam vividos nestes três anos fora da nossa "casa".

Saudações Tricolores

domingo, 9 de agosto de 2009

A angústia do "quase"

Hoje, novamente, a frustração marcou presença ao término do jogo do Flu. Após uma goleada sobre o Sport, fomos a Salvador confiantes e esperançosos em busca da segunda vitória consecutiva. Contudo, infelizmente, ela novamente nos escapou no final do jogo. O tão sonhado presente do Dia dos Pais não veio, e o Fluminense continua na penúltima colocação, podendo ser ultrapassado pelo time pernambucano, que ainda não jogou pela décima oitava rodada.

Acreditei muito na vitória. Eu e os milhões de tricolores espalhados pelo País. Jogamos bem. Levamos perigo ao gol do adversário, não nos abatemos quando tomamos o primeiro gol e mostramos poder de reação. Quando Roni virou o jogo, no segundo tempo, corri feliz para comemorar com o meu pai. Os três pontos fora de casa seriam um belo presente para ele. Quando ainda estava eufórico com a vitória parcial, o sistema defensivo do Fluminense, como de costume, falhou, e Roger, ex-tricolor, apenas teve o trabalho de escorar para o fundo das redes.

O jogo foi equilibrado. Os dois times alternavam-se no comando da partida. Levavam perigo ao gol adversário constantemente. Com o passar do tempo, para meu descontentamento, o time do Flu parecia estar satisfeito com o empate. Que raiva de Fernando Henrique! Parecia goleiro de time pequeno. Demorava o máximo que podia para repor a bola em jogo. Será que ele não sabe que estamos ainda na penúltima colocação do campeonato? Analisando a partida, pode-se dizer que o empate foi o resultado mais justo. Entretanto, para nós, torcedores tricolores, não o foi. No final da partida, revivi (com menos sofrimento, é claro) a partida contra o Atlético-PR. Novamente, o goleiro adversário salvou o time da casa. Gléguer fez duas espetaculares defesas em chutes à queima-roupa e nos tirou os dois pontos tão necessários.

Atentem para o tricolor no centro da foto. Sinceramente, já não agüento mais as trapalhadas desse rapaz. Furadas, erros de posicionamento, desarmes mal efetuados... Ele não acerta uma! Edcarlos não tem a mínima condição de vestir o manto sagrado. Hoje perdeu um gol inacreditável. Não é jogador para o Fluminense Football Club.

Quarta-feira é dia de Sul-Americana. Há quem seja a favor de priorizar o Brasileiro. Eu não penso assim. Não aceitarei ser eliminado pelo Império do Mal. Espero a classificação a qualquer custo. Creio que ninguém gostaria de ser eliminado pelo maior rival, ainda mais em uma situação delicada como essa que vivemos. Uma eliminação diante do Flamengo poderia destruir a moral que nosso time parece estar recuperando. Quarta-feira começa uma nova guerra, e todos os tricolores esperam sair vitoriosos dessa.

Saudações Tricolores

Um pouco da nossa história (nº7)


Há pouco tempo, terminou a partida entre Vitória e Fluminense, no Barradão. Antes de comentar sobre o jogo, optei por postar este vídeo que mostra os melhores momentos do jogo ocorrido no ano passado, no mesmo estádio, e que terminou com o mesmo placar. O Flu também precisava da vitória na luta contra o rebaixamento e, por pouco, não conseguiu. Muita semelhança com o jogo de hoje. Ao final, o árbitro Vuaden deixou de marcar um pênalti claro e tirou dois pontos que eram nossos de direito. Hoje, o goleiro Gléguer salvou em cima da linha (?), e o Fluminense sentiu a mesma frustração por quase ter saído vitorioso. Bom, eis aqui o vídeo para que vocês relembrem esse jogo dramático, no qual fomos, como é de costume, prejudicados pela arbitragem.

Reportagem sobre o jogo

Saudações Tricolores